‘Uma igreja que exclui não aprendeu com Jesus’, diz pastora trans

“O que era sonho, agora é realidade.” É assim que a pastora Alexya Salvador resume a sua trajetória de vida até agora. Um sonho que enfrentou provações que ainda são grandes obstáculos para a sociedade brasileira, como a transfobia e o preconceito, mas que finalmente se realizou para a professora e costureira de 36 anos.

Em um sistema heteronormativo como o nosso, como ser uma mulher transgênera, com um relacionamento afetivo, dois filhos, e conciliar tudo com a sua fé religiosa? A experiência e as ideias da pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana mostram algumas possibilidades para lidar com tudo isso e muito mais.

Como por exemplo com a maternidade: ela adotou um menino cisgênero e uma menina trans – a segunda criança transgênera no país a conseguir na justiça a mudança de nome e identidade de gênero, conta a mãe.

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